20.6.08

Sabe quando é indiferente.? Então, tem-me sido indiferente. Tanto faz o dia da semana, segunda, sexta, domingo. Vivo os dias com a mesma inerte intensidade. Me são indiferentes as horas. Às 10 horas da manhã, às 6 da tarde, meia-noite. Nas horas todas eu quero dormir, e só. Eventualmente, tomar um homérico porre, fumar um maço de cigarro, engolir 5 ou 6 pílulas que me façam dormir.
Não quero ir para o lado de fora, mas não quero ficar só.

Eu espero tranquilamente,
sentada,
deitada,
dopada,
que as coisas mudem e deixem de ser hostis do lado de fora de mim.


(e enquanto não muda, enquanto me desagrado, escrevo furiosas cartas à prestadoras de serviço que me tiram a saúde.)

Um comentário:

Bruno Dumont disse...

prestadoras de serviço sempre tiram a saúde!

espero que essa semana, isso mude, isso de não querer sair, não querer ser...

temos muito o que aproveitar, afinal.

beijo.