3.11.08

Pout-pourri.

Inspiro. Vejo as côres que me inspiram. Respiro. Solto ares de álcool, e alegria. Genuína. Rearranjo, em letras, os sonhos. Amo. Sonho amigos de perto, amigos de longe. Numa porção de fotos, eu vivo. Eu amo entre versos, eu rio. No Rio, eu vivo. De pedaços de sonhos, de vontade de amôres. Eu sou.

Eu, venho aqui pra dizer que sorriso hoje é lei. E que palavra-melancolia é isso. É todo dia. Que palavra só é bom se doer.


~~*


Ela ri. Eu sei, porque sei. Ela vive. Eu sei, porque viver a palavra é a mesma. Ela ama, porque o som é o mesmo. Divido a minha alegria, com ela. Que é alegria de sempre. Não ligo o meio, o tempo-espaço nunca me gostou, mesmo. Mas, eu quero dizer. Sorrio. Faz parte ainda do que me faz forte. E nuncanunquinha infeliz.




para Jaya, amiga lírica, devoradora de letras e companhia que quero pra sempre.

8 comentários:

Filipe Garcia disse...

Bonito, Lua.

Palavra só é bom se doer... lembrei de uma música. Cê sabe bem qual, rs.

Beijo.

Nina disse...

Um pedacinho de tudo em nós e energia de nós em tudo. E tudo no vice-versa também. Ispire sempre e veja as cores que te inspiram e as cores as quais expira. E não esquece que as cores também a inspiram e a expira.

E toda vez que dividir sua alegria, ela aumenta.

Nina disse...

inspire*

Jaya disse...

Sobre a primeira parte, eu colocaria aqui aquele emoticon frenético, que corre ao redor da árvore. Haha. Porque inspiração e cerveja expulsaram tantas delícias, que eu fico só catando de cá. E sabe que eu te desenhei nas minhas tirinhas mentais? Vou explicar.

Eu desenhei um auditório, e um mondigente lá, meio down. Aí, você é chamada ao púlpito. E você sobe, toda lua-luara-poetiza, e diz, em alto e bom som:

“Eu, venho aqui pra dizer que sorriso hoje é lei. E que palavra-melancolia é isso. É todo dia. Que palavra só é bom se doer.”

Aí o mundo, o mundo todo se enfeita. E as cortinas se fecham. E fim. Haha. Que tal?

Bom demais te saber sorriso de cor, luamada.

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Eu já disse que eu tô emo? É, eu já disse. Disse ontem. Disse, e tão logo veio esse abraço de palavras e sentimentos. Me tomou no colo, e eu desci aí. Eu sei que você sentiu.

Lua,

Porque teve o gosto de “Giz”, ao final. Eu canto que:

“Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver...”

E, enquanto não, eu fico rabiscando sóis, sim senhora! Pra fazer amarelo nas nossas manhãs. Tô toda sorriso, do lado de cá. E sei de você sorrindo aí. Se você parar pra ouvir, vai escutar ruídos que podem se unir em gargalhadas desmotivadas. Daquelas que fazem doer o rosto. Simples besteira de se notar contente, como às vezes a gente teima em não enxergar.

Quando a gente divide a alegria [ou o universo], ela multiplica. Aqui, e aí. E depois eu somo. E juntando tudo numa coisa só, a gente vira um.

Vamos de mãos dadas.

Te beijo, muito!

P.S.: Melhor pout-pourri que eu já “escutei”. Fez música.

Ygor P. disse...

a-menina-dos-comentários-mais-longos-ever.

Ygor P. disse...

Lê-la-le-é-lé-le-e-li-le-e lua :-)

Heyk Pimenta disse...

Me deixa, dizer: eu gosto desses sons parecidos que vem nas lkinhas da prosa. Monto asism também e assim eu gosto bastante.
A presença desse nosso Rio canalha aparece bastante na sua obra, né?
Bom, gosto e gosto ainda que fique à vontade em usar recurso de hiper texto aqui no blog. Legal.

Lá vamos.
Vou ler os outros aqui.

Karine disse...

Amei seu espaço, sabia?
Cheiro, cor e som de poesia!
Se me permitir, vou te lincar, ok?

E voltarei.

Um beijo.