10.7.11

Delírios.

Vinte e dois anos. Pés em São Paulo, coração no sul, espírito no mundo. Alguns anos na faculdade, mais alguns até me formar. Um trabalho bom, um salário ok, alguns frilas. Muito amor, nenhum relacionamento. Notas boas, péssimos posts. Nenhum diário. Planos obscuros e cheios de névoa. Muita preguiça.

E no meio dessa existência boçal, eu decido fazer tudo que eu não estou socialmente pronta para fazer. Decido contraverter, subverter e provar - pra mim mesma - que eu não preciso ser o que esperam que eu seja pra eu ser o que eu queria brincar de ser.
O que quer que isso signifique.

3 comentários:

Carolina disse...

Menina,

você bateu palmas na minha frente agora! E gritou: olha, escuta, presta atenção, é isso aí!

Muito obrigada!
Muito obrigada mesmo!
:)

O Impenetrável disse...

"muito amor, nenhum relacionamento"
me identifico com esse trecho.

daqui, te desejo bons dias, e que a salvação sempre venha.

abraço.

Larissa Bello disse...

Subverter-se não é para todos. Poucos conseguem ou têm coragem. Parabéns! É desconstruindo que é possível reconstruir, perdendo-se é que nos encontramos, duvidando (sempre) é que podemos descobrir certezas (ou novas dúvidas).