7.1.09

dôce.

gosto de dôce em tigela azul. não sei, azul orna com chocolate, com creme, com o morango que se deita suculento no meio do redondo da superfície, distraído.
eu gosto de pegar o morango pelo cabinho. gosto de deixar o suco escorrer. eu como me lambuzando, feito criança.
eu gosto mesmo de uma colherada bem dada, no meio da tigela azul. de encher a bôca, a não caber mais.

hoje, eu te como dôce, pelas beiradas. hoje, quero teu gosto até mais tarde na boca, hoje quero olhar o azul. hoje, qualquer brigadeiro é raro, qualquer bem-casado é vadio.

(amargo escorre dos lábios, e é de prazer muito.)

5 comentários:

Filipe Garcia disse...

Ah, Lua,

dôce é você com essa sua poesia de prazer icomparável. E é dessa simplicidade - como comer um morango, como ver um azul - que se faz o gostar.

O layout ficou bonitão, hein? Gostei demais, assim.

Um beijo!

Alice disse...

Bah guria, muito bacana o teu blog!
Vou te linkar ok?
Parabéns!

Monday disse...

azul sempre foi minha cor preferida ... alguma chance de se chegar a Lua? pode até ser pelas beiradas ...

Flávia disse...

Ih, eu NUNCA consigo comer esse "doce" pelas beiradas. Até deveria, mas não consigo...

Beijo, moça doce.

Flôr de Azeviche disse...

Eu gosto de dôce, eu gosto de me lambuzar com o chocolate como criança.
Eu gosto quando você me chama de Dôcinha =) hehehe
Saudadeees