5.2.09

[dôcissolidão.]

gato, aspirador, ventilador.
orwell, vertigo, selos.
dossiê?
google, pipoca, café.
louis garrel, eva green, michael pitt.
morango, lichía, atemóia.
mixirica, banana, graviola.
manga, jabuticaba, amora.
vestido, calcinha, chinelo.
edredon, alfomada e meia.

o dia chega a ter mil horas,
e numa noite de sono não conto até dez.



[hoje, lavei as asas. mas choveu.]

10 comentários:

paulocalvet disse...

palavras têm vida própria.
poderia ser de outro jeito?
com poucos verbos vive-se uma vida...

Flôr de Azeviche disse...

ai que loucura que ficou na minha cabeça agora rsrrs

Beijos, linda lua
[adoro-te]

paulocalvet disse...

é isso!
como disse a cecília:"pegunto, ao pensar no amor, como é possível que se ame".
é mesmo estranho tentar narrar o que não pode ser dito, tais coisas só me vêm, me cometem...
por vezes pode-se apenas desnarrar, descontar.



[por vezes é como se fóssemos aqueles insetos que vão de encontro a luz, teimosos, carmurros mesmo]

Luana Ferraz disse...

Que lindo, adorei a combinação.

Principalmente que te chamas Lua. É assim que todos os meus amigos me chamam.

Beijos

Luli =) disse...

Amei!! =)

Sou a Luisa, do orkut, sua amiga das cartas!!

bjss

bittersweet disse...

isso lá é bom? ô uoú...

Karine disse...

Eita, poema do tipo que tira o fôlego...e desperta os mais variados sentidos na gente.
Muito bom!

Um beijo!

Jaya disse...

Foge que eu te encontro, que eu já tenho asas. [Também].

É doce? Provo junto.
E me molho, porque gosto.

Te beijo.

Cruela Cruel Veneno da Silva disse...

estende as asas em alguém que seca rapidinho.

infinitamente disse...

injustas horas que te faz escrever.
ou com ponto de interrogação.

(é legal ler dossiê e depois café, não sei por quê)