11.2.09

[toco teu silêncio]

espero. espero infinitamente o que eu sei que não virá.
antevejo os risos, os gestos. respiro lembranças e sofro, do não solidificado.
perdoo o que já nem é mais culpa, mato o pouquinho de desmemória que existia em mim.

sofro mais dores do que de fato haviam; os miados insistentes do lado de fora da porta confirmam meu azedume.

2 comentários:

Flôr de Azeviche disse...

Palavras e silêncio [sim, lebrei do nosso amor Zeca] rs

Beijos, Lua linda do céu estrelado =)

PS: Saudade

luci. disse...

acho que parei de escrever bonito porque deixei pra vc me escrever bonito. mesmo sofrida.
não sei como me sinto a respeito de ver a outra metade escrever assim, mais viva. mas acho que eu tava merecendo uma fase menos intensa e mais admirável mundo novo.

adorei essa cor nova, tudo de bom!